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Sistemas de imagem e big data apoiam bancos digitais

05 dez Sistemas de imagem e big data apoiam bancos digitais

Um banco sem agências exige um arsenal de recursos que conectam de forma transparente a instituição financeira com o cliente. A tecnologia deve permitir que este envie dados pessoais, imagens e documentos por meio do dispositivo móvel de forma autônoma. Na retaguarda estão as soluções de integração de sistemas, automação de processos de negócio, gerenciamento de serviços de terceiros e análise de dados que processam informações vinda dos aplicativos que devem ser validadas dentro das políticas de aceitação e risco praticadas pelo banco.

Nesse cenário as plataformas de gerenciamento de imagens (GED) têm papel fundamental. “Elas devem ser capazes de integrar o processo inteiro, garantir que os documentos sejam originais e permitir a captura de imagem de qualquer padrão e mídia com confiabilidade, pois processos como abertura de conta e depósitos de cheques exigem a captação dos documentos pelo smartphone do usuário”, explica José Roberto Schmaltz, diretor executivo da M2sys.

A empresa foi criada em 2002 para apoiar instituições financeiras e empresas na automação de processos de documentação por imagem com o desenvolvimento de uma solução para captura, conferência, prevenção de fraudes documentais para processamento de cheques e captura móvel de documentos.

No novo cenário de bancos digitais, o sistema captura documentos e imagens, realiza a sua conferência em vários níveis, compara com as de arquivos públicos e privados, certifica a localização física do usuário, permite a leitura biométrica a partir da comparação de “selfies” com as fotos de documentos capturados e confere a consistência das informações e autenticidade das assinaturas.

Ao final do processo, urna estrutura de checagem está à disposição para dirimir eventuais inconsistências.

As centrais de processamento por imagem podem interagir ainda com o datacenter da empresa cliente, fornecendo os documentos devidamente auditados e, opcionalmente, oferecendo a custódia das imagens. “A próxima onda será a de sintonizar nossas plataformas com as demandas que surgirão a partir do avanço das moedas em bits”, aponta Schmaltz.

A empresa estuda a evolução do modelo utilizando plataforma “blockchain” que integra diversos agentes financeiros em um sistema comum. Em breve, toda a captura de cheques deixará de ser feita nas agências e a própria loja receptora desse documento irá fazer a captura por smartphone ou scanners e enviar a imagem diretamente para os bancos.

Aproximadamente, metade das transações bancárias já é feita por meio da internet e banco móvel. Para isso, os bancos apostaram na computação em nuvem, “big data”, plataformas sociais, computação cognitiva e carteiras digitais, optando por uma visão mais centrada no usuário, avalia Ricardo Zanini, diretor sênior da GFT.

Outras tecnologias mais recentes estão ganhando espaço, como a inteligência artificial, impressoras 3D e realidade aumentada. Um dos obstáculos enfrentados pelos bancos é integrar os dados vindos de outros sistemas, como as redes sociais e Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). “Silos organizacionais e processos legados são apontados como grandes barreiras à transformação digital, e é ai que as plataformas de gestão de processos se encaixam”, diz Zanini. Quanto mais dados são armazenados, maior capacidade de análise para conhecer melhor o cliente e propor produtos mais adequados ao seu perfil e no canal de sua conveniência.

Outro recurso importante é a gestão dos conteúdos das redes sociais de maneira organizada para conseguir uma presença digital relevante. “As ferramentas de análise dos dados por meio do “big data” têm sido um dos fatores de diferenciação das fintechs em relação aos bancos como meio de entender o comportamento e a forma de uso dos canais pelos clientes”, aponta Leandro Duran, arquiteto de soluções da CI&T. Outras tecnologias essenciais são as plataformas de gestão de processos (BPM) para gerir prioridades e estabelecer controles adequados para a aceitação dos novos clientes.

Fonte: Valor Econômico

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